Configure as opções de acesso para outros usuários do computador e fique mais tranquilo sabendo quais programas rodam na sua ausência.
Um dos sonhos de consumo de muita gente é uma ferramenta ou aplicativo que controle tudo o que é feito no computador, desde programas que são abertos até modificações do sistema. No Windows 7, esse tipo de tarefa foi trazida em partes por ferramentas como o Controle dos Pais, que faz a tarefa de bloquear conteúdos impróprios.
Entretanto, caso você não queira usar o Controle de Pais, mas sim uma forma mais direta de resolver o problema e definir quais programas podem ser abertos por usuários do Windows, existe uma maneira. Ela é feita através de um controle de política de grupo, de forma rápida e simples, porém nem por isso menos eficaz.
Controle de programas
Para configurar os programas, a primeira coisa a fazer é clicar na busca inicial do Windows 7 por “executar”. Uma vez encontrada, clique na ferramenta Executar e digite o recurso “gpedit.msc” (gpedit por se tratar de
Group Policy Edit, ou Edição de Política de Grupo).
Essa opção abrirá uma nova janela chamada de “Editor de Diretiva de Grupo Local”. É nesse local que você pode configurar diversas opções não apenas de usuários, mas também do computador.
Para acessar as opções de programas, siga o caminho
Configurações do Usuário>Modelos Administrativos>Sistema. Você terá várias opções de configurações, como o gerenciamento de energia, perfis de usuário, logon e muito mais.
Clique em “Executar apenas aplicativos do Windows especificados” para abrir a opção do sistema. É ali que você insere os nomes dos programas que requerem bloqueio.
Na lateral esquerda você terá três opções: "Não Configurado", "Habilitado" e "Desabilitado." Escolha a última delas. Assim, a caixa “Mostrar”, que estava desabilitada, permitirá que você liste os programas específicos que podem ser abertos no computador.
Para inserir programas na lista, apenas escreva os nomes daqueles que podem ser acessados. Escreva exatamente o nome do arquivo executável do programa. Por exemplo, para o navegador Mozilla Firefox, escreva
Firefox.exe.
Com isso, apenas os programas dessa lista, quando habilitada, podem ser abertos pelos usuários. Caso queira liberar todos os programas para uso novamente, basta que você escolha a opção "Desabilitado" na parte superior esquerda da página.
Exceção
Apesar desta configuração do sistema funcionar perfeitamente, ela não é infalível. Caso alguém acesse o programa por linhas de comando ou através do “executar”, todas as configurações criadas por você serão ignoradas, uma vez que ambas as funções possuem privilégios maiores do que aquela que você configurou.
Vale a pena destacar também que essas opções lidam com componentes do sistema. Portanto, fique de olho para não modificar informações importantes, pois você pode danificar o computador em casos mais graves. Segurança nunca é demais, mas é preciso organizar tudo com moderação, sem se esquecer de liberar programas importantes para uso.
1 - Desconfie de ofertas generosas(muita esmola agente desconfia)
Os e-mails falsos usam nomes de empresas e oferecem produtos ou serviços muito generosos. Em casos de banco, por exemplo, os e-mails oferecem seguro grátis, prêmios em valores altos e cartões de crédito. Mas geralmente, tais e-mails pedem para o usuário "atualizar" seus dados através de um suposto formulário que segue em anexo, ou direcionam o internauta a um link, onde deve-se preencher os campos com suas informações pessoais, incluindo senhas. Bancos não pedem senhas de seus clientes em cadastros. Todas as instituições possuem políticas de segurança para lidar com essas informações e não há razão para o banco pedir sua senha pela internet;
2 - Desconfie do endereço (barra de endereços)
Você recebeu um e-mail do banco Itaú e o link aponta para itau1.com. O banco tem um domínio conhecido (itau.com.br) e portanto, desconfie se o endereço no e-mail apontar para um site semelhante. Muitas vezes, o endereço aparece certo para o internauta, mas ao passar o mouse por cima do link o verdadeiro endereço é mostrado. Estes sites geralmente tem a mesma aparência do site verdadeiro, o que engana o internauta. Portanto, esteja sempre atento quanto ao endereço do site;
3 - Não clique em links cujo final termina em .exe
Você acaba de receber um cartão do Yahoo ou do BOL. Ao passar o mouse por cima do link, o mesmo termina com .exe ou .zip. Nestes casos, jamais clique no link, pois o computador fará download de um arquivo executável, que poderá servir de espião em sua máquina e transmitir todo o tipo de informação ao criador programa. É muito importante estar atento ao link, pois os e-mails quase sempre são cópias fiéis dos e-mails verdadeiros, usando, inclusive, o mesmo logotipo e layout da empresa em questão. Além disso, se você recebeu um cartão on-line do BOL, não há motivos para o cartão estar disponível num site gratuito da Tripod;
4 - E-mails falsos mais comuns
Os e-mails falsos mais comuns são os que usam o nome de bancos, como Banco do Brasil e Itaú, de empresas de software, como Microsoft e Symantec, de programas de TV, como Big Brother Brasil, de lojas on-line (oferecendo prêmios ou descontos mirabolantes), como Americanas.com, de cartões virtuais, como Yahoo e BOL, onde o usuário clica num link fajuto acreditando que vai visualizar o cartão, nome de sites de notícias, oferecendo um programa para que o internauta veja as notícias em tempo real, enfim;
5 - O remetente pode ser falso
Você recebe um e-mail com um arquivo anexo ou com um link e desconfiado vê o remetente. O mesmo aponta para suporte@microsoft.com.br. Sendo assim, você acredita que o e-mail é verdadeiro. Cuidado! Os e-mails falsos conseguem fingir serem endereços reais para enganar o internauta;
6 - Assuntos atuais
Os e-mails falsos podem explorar assuntos atuais. Portanto, desconfie se receber e-mails sobre atualidades sem você ao menos ter solicitado;
7 - Se pedir download, esqueça
E-mails falsos podem te oferecer "ótimos" serviços gratuitos, mas é necessário fazer download de programas. Não o faça, caso contrário você poderá ter um "espião" em seu computador;
8 - Se tiver dúvidas, pergunte
Se você recebeu um e-mail de uma empresa oferecendo algo, uma boa idéia é entrar em contato com a companhia, através do site ou do telefone e perguntar se aquele e-mail é verdadeiro;
9 - Repare nos erros
Se receber um e-mail com erros grosseiros de gramática ou com figuras faltando, eis bons sinais de um e-mail falso. Empresas sérias tomam cuidado com estes pontos;
10 - Parece de verdade
Há e-mails falsos tão bem feitos, que copiam slogan, templates e até possuem links que apontam para o site verdadeiro. Mas as aparências enganam! Por isso, verifique o e-mail, mesmo sendo de uma empresa que você é cliente, como por exemplo, um provedor de internet.